"Quase todos cremos que, para sermos mais felizes, temos de obter algo que ainda não temos, algo que ocorrerá no futuro, em outras condições ou noutro lugar. Alguns acham que encontraram a felicidade no passado e, por isso, sentem constantemente a nostalgia desses momentos. A verdade é que, enquanto estamos mergulhados nesses pensamentos, não somos presentes aqui e agora, onde toda a plenitude e toda a felicidade de que carecemos se encontra."
in O Hábito da Felicidade de Tsering Paldron, Página 83
Adoro Ler. Ler liberta, permite conhecer novas realidades, sentimentos e experiências.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Para Sempre de Xutos e Pontapés
O nosso amor
de sempre
Brilhará,
p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já
chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de
ti
Juro, meu
amor que sempre
Voltarei,
p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já
chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Gostarei de
ti
Ai, meu amor
O que eu já
chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de
ti
Quando se ama profundamente sofremos...com razão e sem razão.
Ao contrário do que muitos crêem o amor verdadeiro não morre.
É a minha convicção.
Simplesmente podem existir momentos na nossa vida que nos deixam um pouco cegos e sem vontade de sentir ou compreender o próximo...
Não tomem decisões nessa altura da vida.
Amem como nunca amaram...dói tanto perder quem se ama...
terça-feira, 5 de abril de 2016
Por Quem Não Esqueci - TIM
Tim - Por quem não esqueci
Há uma voz de sempre
Que chama por mim
Para que eu lembre
que a noite tem fim
Ainda procuro
Por quem não esqueci
em nome de um sonho
em nome de ti
Procuro à noite
um sinal de ti
eu espero à noite
por quem não esqueci
eu peço à noite
um sinal de ti
Por quem eu não esqueci
Por sinais perdidos
eu espero em vão
por tempos antigos
por uma canção
Ainda procuro
por quem não esqueci
por quem já não volta
por quem eu perdi
2 x
Procuro à noite
um sinal de ti
eu espero à noite
por quem não esqueci
eu peço à noite
um sinal de ti
Por quem eu não esqueci
Link: http://www.vagalume.com.br/tim/por-quem-nao-esqueci.html#ixzz44wtKfNnl
Esta música é poderosa e só verdadeiramente compreendida e sentida por quem já perdeu quem amava...espero do fundo do coração que você não a compreenda...
Há uma voz de sempre
Que chama por mim
Para que eu lembre
que a noite tem fim
Ainda procuro
Por quem não esqueci
em nome de um sonho
em nome de ti
Procuro à noite
um sinal de ti
eu espero à noite
por quem não esqueci
eu peço à noite
um sinal de ti
Por quem eu não esqueci
Por sinais perdidos
eu espero em vão
por tempos antigos
por uma canção
Ainda procuro
por quem não esqueci
por quem já não volta
por quem eu perdi
2 x
Procuro à noite
um sinal de ti
eu espero à noite
por quem não esqueci
eu peço à noite
um sinal de ti
Por quem eu não esqueci
Link: http://www.vagalume.com.br/tim/por-quem-nao-esqueci.html#ixzz44wtKfNnl
Esta música é poderosa e só verdadeiramente compreendida e sentida por quem já perdeu quem amava...espero do fundo do coração que você não a compreenda...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
My Selene - Timo Kotipelto & Jani Liimatainen
My Selene
Nocturnal poetry:
Dressed in the whitest silver, you'd smile at me
Every night I wait for my sweet Selene
But, still...
Solitude's upon my skin
A life that's bound by the chains of reality
Would you let me be your Endymion?
I would bathe in your moonlight and slumber in peace
Enchanted by your kiss in forever sleep
But until we unite
I live for that night
Wait for time
Two souls entwine
In the break of new dawn
My hope is forlorn
Shadows, they will fade
But I'm always in the shade
Without you...
Serene and silent sky
Rays of moon are dancing with the tide
A perfect sight, a world divine
And I...
The loneliest child alive
Always waiting, searching for my rhyme
I'm still alone in the dead of night
Silent I lie with smile on my face,
Appearance deceives and the silence betrays
As I wait for the time
My dream comes alive
Always out of sight
But never out of mind
And under waning moon
Still I long for you
Alone against the light
Solitude am I
In the end, I'm enslaved by my dream
In the end, there's no soul who'd bleed for me
Hidden from daylight I'm sealed in my cave
Trapped in a dream that is slowly turning to a nightmare
Where I'm all alone.
Venial is life when you're but a dream
The book is still open, the pages as empty as me...
I cling to a hope that's beginning to fade,
Trying to break the desolation I hate
But until we unite
I live for that night
Wait for time
Two souls entwine
In the break of new dawn
My hope is forlorn
We will never meet
Only Misery and me
This is my final call
My evenfall
Drowning into time
I become the night
By the light of new day
I'll fade away
Reality cuts deep
Would you bleed with me
My Selene
Música do género Rock acústico de Timo Kotipelto & Jani Liimatainen, álbum Blackoustic lançado em 19 de outubro de 2012.
Nocturnal poetry:
Dressed in the whitest silver, you'd smile at me
Every night I wait for my sweet Selene
But, still...
Solitude's upon my skin
A life that's bound by the chains of reality
Would you let me be your Endymion?
I would bathe in your moonlight and slumber in peace
Enchanted by your kiss in forever sleep
But until we unite
I live for that night
Wait for time
Two souls entwine
In the break of new dawn
My hope is forlorn
Shadows, they will fade
But I'm always in the shade
Without you...
Serene and silent sky
Rays of moon are dancing with the tide
A perfect sight, a world divine
And I...
The loneliest child alive
Always waiting, searching for my rhyme
I'm still alone in the dead of night
Silent I lie with smile on my face,
Appearance deceives and the silence betrays
As I wait for the time
My dream comes alive
Always out of sight
But never out of mind
And under waning moon
Still I long for you
Alone against the light
Solitude am I
In the end, I'm enslaved by my dream
In the end, there's no soul who'd bleed for me
Hidden from daylight I'm sealed in my cave
Trapped in a dream that is slowly turning to a nightmare
Where I'm all alone.
Venial is life when you're but a dream
The book is still open, the pages as empty as me...
I cling to a hope that's beginning to fade,
Trying to break the desolation I hate
But until we unite
I live for that night
Wait for time
Two souls entwine
In the break of new dawn
My hope is forlorn
We will never meet
Only Misery and me
This is my final call
My evenfall
Drowning into time
I become the night
By the light of new day
I'll fade away
Reality cuts deep
Would you bleed with me
My Selene
Música do género Rock acústico de Timo Kotipelto & Jani Liimatainen, álbum Blackoustic lançado em 19 de outubro de 2012.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Perdoar...é difícil mas necessário?!
Não me recordo onde encontrei estas palavras. Na altura em que as procurei estava a tentar arranjar forças para um amigo.
Hoje, estas palavras servem para me fortalecer e ajudar a perceber o que sente o meu coração.
“Quanto tempo leva até conseguir perdoar?” Trata-se de um processo normalmente longo e difícil. Porém, quando o sentimento é forte, não só é possível fechar feridas como é possível dar um passo em frente mais rapidamente. Culpas e atenuantes existem sempre dos dois lados. Culpar sem assumir a quota-parte, é mau. Mas assumir sem culpar a parte infractora poderá ser pior; pode esconder sinais de autodestruição pelo medo da perda, sem que esteja presente a assertividade necessária. Assumir, desculpabilizar, culpar e desculpar – quando usado na dose certa por cada uma das partes – é a fórmula mágica para dar continuidade a uma relação saudável e gratificante. Elas existem. E são vários os formatos que podem assumir. Convém é deixar claro que ninguém deverá afirmar que está livre de vir a passar por qualquer um dos dois lados desta moeda.
Hoje, estas palavras servem para me fortalecer e ajudar a perceber o que sente o meu coração.
“Quanto tempo leva até conseguir perdoar?” Trata-se de um processo normalmente longo e difícil. Porém, quando o sentimento é forte, não só é possível fechar feridas como é possível dar um passo em frente mais rapidamente. Culpas e atenuantes existem sempre dos dois lados. Culpar sem assumir a quota-parte, é mau. Mas assumir sem culpar a parte infractora poderá ser pior; pode esconder sinais de autodestruição pelo medo da perda, sem que esteja presente a assertividade necessária. Assumir, desculpabilizar, culpar e desculpar – quando usado na dose certa por cada uma das partes – é a fórmula mágica para dar continuidade a uma relação saudável e gratificante. Elas existem. E são vários os formatos que podem assumir. Convém é deixar claro que ninguém deverá afirmar que está livre de vir a passar por qualquer um dos dois lados desta moeda.
domingo, 18 de outubro de 2015
Se Tu Viesses Ver-me...
Se tu
viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora
dos mágicos cansaços,
Quando a
noite de manso se avizinha,
E me
prendesses toda nos teus braços...
Quando me
lembra: esse sabor que tinha
A tua
boca... o eco dos teus passos...
O teu riso
de fonte... os teus abraços...
Os teus
beijos... a tua mão na minha...
Se tu
viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas
dulcíssimas dum beijo
E é de seda
vermelha e canta e ri
E é como um
cravo ao sol a minha boca...
Quando os
olhos se me cerram de desejo...
E os meus
braços se estendem para ti...
Florbela
Espanca, in "Charneca em Flor"
terça-feira, 5 de maio de 2015
Crónicas de Guerra II - De Saigão a Bagdade
Autor José
Rodrigues dos Santos
Editora Círculo
de Leitores
ISBN 9789724228617
Categoria
Biografia
Código:
Bio005
Sinopse
De Saigão a Bagdad, das montanhas geladas de Cabul às ruas
ensanguentadas de Kigali, das selvas húmidas de Khe Sanh às areias quentes de
Dahran, dos destroços fumegantes de Grozny às avenidas desertas de Sarajevo, o
segundo volume desta obra relata as atribuladas aventuras dos repórteres
portugueses nos grandes campos de batalha do nosso tempo. Artur Albarran ao
lado das forças multinacionais na ofensiva para reconquistar o Kuwait,
Barata-Feyo apanhado numa emboscada com os Mudjahedin no Afeganistão, Carlos
Fino debaixo de fogo cerrado dos russos na Tchetchénia. A história do Século
XX, testemunhada e narrada por jornalistas portugueses e reproduzida em épicas
e inesquecíveis Crónicas de Guerra.
Depois do êxito do primeiro volume, José Rodrigues dos
Santos regressa com Crónicas de Guerra - De Saigão a Bagdad, para narrar as
emocionantes aventuras dos correspondentes de guerra portugueses nas selvas do
Vietname, nos desertos do Médio Oriente, nas montanhas do Afeganistão, na região
do Golfo Pérsico, nas cidades da Bósnia, nos destroços da Tchetchénia, no
genocídio do Ruanda. Uma aventura narrada por José Rodrigues dos Santos, num
estilo vivo, rigoroso e empolgante.
Título
|
Crónicas de Guerra II - De Saigão a
Bagdade
|
Autor
|
José Rodrigues dos Santos
|
Editora
|
Círculo de Leitores
|
ISBN
|
9789724228617
|
Categoria
|
Biografia
|
Código:
|
Bio005
|
Para mais informações:
|
http://www.joserodriguesdossantos.com/
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