"Pelos vistos, o crime só compensa quando se é criminoso."
"...na prática a lei só serve para ajudar o criminoso, dificultar o trabalho da polícia e ignorar a vítima."
In Conta à Morte, Simon Kernick, Civilização Editora, pág. 24
Adoro Ler. Ler liberta, permite conhecer novas realidades, sentimentos e experiências.
sábado, 12 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Letras e músicas da nossa vida: Aquele Inverno
AQUELE
INVERNO - RESISTÊNCIA
Há sempre um piano
um piano selvagem
que nos gela o coração
e nos trás a imagem
daquele inverno
naquele inferno
um piano selvagem
que nos gela o coração
e nos trás a imagem
daquele inverno
naquele inferno
Há sempre a lembrança
de um olhar a sangrar
de um soldado perdido
em terras do Ultramar
por obrigação
aquela missão
de um olhar a sangrar
de um soldado perdido
em terras do Ultramar
por obrigação
aquela missão
Combater a selva sem saber porquê
e sentir o inferno a matar alguém
e quem regressou
guarda sensação
que lutou numa guerra sem razão...
sem razão... sem razão...
e sentir o inferno a matar alguém
e quem regressou
guarda sensação
que lutou numa guerra sem razão...
sem razão... sem razão...
Há sempre a palavra
a palavra "nação"
os chefes trazem e usam
pra esconder a razão
da sua vontade
aquela verdade
a palavra "nação"
os chefes trazem e usam
pra esconder a razão
da sua vontade
aquela verdade
E para eles aquele inverno
será sempre o mesmo inferno
que ninguém poderá esquecer
ter que matar ou morrer
ao sabor do vento
naquele tormento
será sempre o mesmo inferno
que ninguém poderá esquecer
ter que matar ou morrer
ao sabor do vento
naquele tormento
Perguntei ao céu: será sempre assim?
poderá o inverno nunca ter um fim?
não sei responder
só talvez lembrar
o que alguém que voltou a veio contar... recordar...
recordar...
Aquele Inverno
poderá o inverno nunca ter um fim?
não sei responder
só talvez lembrar
o que alguém que voltou a veio contar... recordar...
recordar...
Aquele Inverno
Para Pensar...se não agimos da mesma forma...
"O pior mal no mundo não está em quem o perpetra, mas em quem o desculpa."
In Contas à Morte, Civilização Editora, pág. 13
In Contas à Morte, Civilização Editora, pág. 13
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Contas à Morte
Sinopse
“Aparentando ser um assassino profissional, Dennis Milne é na verdade um
sargento detective da polícia de Londres, empenhado - após anos de experiência
com crimes sórdidos - em fazer justiça à sua maneira. O código de ética pessoal
de Milne fica comprometido quando se apercebe de que as suas últimas vítimas
não eram os traficantes de droga cujas mortes não atormentariam a sua
consciência, mas sim dois funcionários e o contabilista da Alfândega. A decisão
que tomou ao poupar a vida de uma testemunha ocular colocou-o em risco tanto em
relação aos seus colegas como em relação à pessoa que lhe pagou o serviço. Ao
mesmo tempo, Milne tenta identificar o assassino de uma jovem prostituta,
rejeitando por completo a teoria oficial do caso. Simon Kernick faz um trabalho
fantástico ao criar um personagem que, apesar de ser um assassino, conquista a
simpatia do leitor. O retrato da dura realidade das ruas da cidade é
complementado pelas revelações das vidas secretas dos personagens que usam
"máscaras" para manter uma imagem pública de respeito.”Apreciação
A ação desenrola-se em Londres onde uma prostituta é brutalmente assassinada. O subinspetor Dennis Milne e o agente Malik, entre outros, são destacados para a investigação.
Esta
investigação desenrola-se em simultâneo com o crime que o subinspetor Milne
comete logo no início do livro.
O
facto de ser narrado na primeira pessoa (o narrador é o protagonista da
história) causa um grande impacto, principalmente ao lermos o relato de um
crime. Chega a ser perturbador.
Este
livro foi escrito com uma dose de humor e ironia que aprecio, senti muitas
vezes que estava a visualizar uma longa-metragem.
Gostei
muito da forma de escrever deste autor. Logo que tenha oportunidade vou ler “Um
bom dia para morrer”.
| Título |
Contas à
Morte |
| Autor |
Simon Kernick |
| Editora |
Civilização Editora |
| ISBN |
9789722625333
|
| Categoria |
Policial |
| Código: |
Pol004 |
| Para mais informações: |
http://www.fantasticfiction.co.uk/k/simon-kernick/ |
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Neste mundo, uma pessoa tem de se habituar ao fato de que, no fim, está sempre por sua conta
![]() |
| imagem retirada da internet |
In Contas à Morte, Simon Kernick, Civilização Editora, pág. 24
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Um dia especial com o meu Papá
Sinopse
“A mamã teve de sair e o papá ficou a tomar conta das crianças. O papá decidiu inventar algumas brincadeiras e uma dança especial.
Este divertido livro mostra que os papás também sabem cuidar muito bem dos filhos.”
Apreciação
Importante
para chamar a atenção dos pais para a necessidade de dedicar tempo à diversão
com os filhos. Por vezes a vida é um reboliço tão grande que nos esquecemos que
também pode ser divertida!
O
meu Rebento gosta muito deste livro, em particular do momento em que cantamos a
letra da dança do rabiosque.
| Título |
Um dia especial com o meu Papá |
| Texto |
Guido Van Genechten |
| Editora |
Educação Nacional |
| ISBN |
978972659378 |
| Categoria |
Infantil |
| Código: |
Inf006 |
| Curiosidade |
http://www.editoraeducnacional.pt/ |
sábado, 5 de outubro de 2013
Anita...
Sinopse
“Os livros
da Anita percorrem, desde há 50 anos, as mãos de todas as crianças portuguesas.
Não há Avó que não se lembre da Anita, como não há neta que não deseje ler as
histórias desta pequena criança desenhada desde sempre por Marcel Marlier.”Apreciação
Livros
que recebi em pequena e que agora já li ao meu Rebento.
De
uma biblioteca para outra, os livros perduram, ensinam e desenvolvem diferentes
gerações.
| Título |
Anita a
Cavalo |
Anita no
ballet |
Anita na
escola |
Anita mamã |
| Texto |
Gilbert Delahaye |
|||
| Ilustração |
Marcel Marlier |
|||
| Editora |
Verbo Infantil |
|||
| ISBN |
s/informação
|
|||
| Categoria |
Infantil |
|||
| Código: |
Inf002 |
Inf003 |
Inf004 |
Inf005 |
| Curiosidade |
Adquirido
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