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sexta-feira, 20 de maio de 2016
Divórcio - a perda irreparável do amor e família
"A exigência atual de um amor absoluto diminui a capacidade para lutar contra os conflitos do quotidiano dos casais, que constituem a principal causa dos divórcios.
Perante um problema, tudo é posto em causa...Esquece-se então que o amor conjugal prolongado exige, em todos os momentos, partilha recíproca, aceitação, reconhecimento mútuo e contenção interpessoal, e por isso a possibilidade de ruptura vai fazendo o seu percurso.
Muitas separações dos nossos dias são feitas sem reflexão...a ideia com que se fica, depois de falar com muitos casais, é a de que os problemas não foram abordados com ponderação, faltou capacidade para manter uma conversa estruturada (sem comunicação distorcida) e o divórcio não foi procedido de um período mínimo de reflexão."
O Tribunal é o Réu - Daniel Sampaio
Será que a sociedade atual nos incutiu que tudo é efémero, indiferente, nos diz que a importância da vida a dois é nula e que desistir perante as dificuldades e conflitos quotidianos é normal?
Antigamente quando umas calças se rompiam, cosiam-se. Agora jogamos fora e com a mesma facilidade descartamos amigos, familiares, amores e paixões...só porque dão trabalho e sim, infelicidade em determinado ponto. Mas não são os dias infelizes que nos fazem perceber o quanto são deliciosos os dias de felicidade?
Não são esses que nos fazem pensar e perceber que é preciso não desanimar, que temos de mudar constantemente a fim de melhorar. Afinal somos seres humanos que aprendem e erram todos os dias. Será que não merecemos manter e lutar pelos nossos projetos a dois? Será que não merecemos por nós próprios e pelo outro tentar de novo?
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